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	<title>Arquivo de EcoCidadania - Ecossustentável Magazine</title>
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	<description>Revista de estilos de vida ecossustentáveis e inteligentes</description>
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		<title>&#8220;Investir no Planeta!&#8221; no dia mundial da Terra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MGonzaga]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Apr 2022 10:11:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[EcoCidadania]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>“Investir no planeta” é o tema escolhido para as comemorações do ano 2022, que alerta para a importância de se mudar as estratégias políticas e empresariais, no sentido de se tomarem medidas que possam minimizar os problemas relacionados com o clima. A ONU refere em comunicado que “as alterações climáticas representam o maior desafio para o futuro da humanidade e para os sistemas de que depende a vida e que tornam o nosso planeta habitável”.</p>
<p>Por isso esta data é importante para avaliarmos a nossa relação com o planeta e como podemos reduzir os impactos negativos que nele produzimos.</p>
<h3>Origem da comemoração</h3>
<p>O Dia da Terra, Dia do Planeta Terra ou Dia da Mãe Terra é comemorado a 22 de abril desde 1970. Promovida pela primeira vez pelo senador norte-americano Gaylord Nelson (1916-2005), a iniciativa consistiu na organização de um fórum ambiental que envolveu cerca de 20 milhões de participantes. A organização deste evento foi uma resposta ativa aos problemas ambientais como a poluição, principalmente devido aos derrames de petróleo.</p>
<h3>O que podemos fazer pelo nosso planeta?</h3>
<p>Mudar o mundo depende de cada um de nós! Por isso, o Dia Mundial da Terra é dedicado à consciência, mas também a pequenos gestos que todos podemos fazer para tornar o planeta  ambientalmente mais sustentável. Sugerimos algumas opções sustentáveis para melhorar a pegada ecológica:</p>
<ul>
<li>reduzir o consumo de bens alimentares, roupa e energia;</li>
<li>evitar o desperdício;</li>
<li>reutilizar tudo o que for possível;</li>
<li>reciclar;</li>
<li>aderir à compostagem;</li>
<li>optar por lâmpadas LED;</li>
<li>evitar materiais plásticos;</li>
<li>utilizar transportes públicos ou optar por veículos não poluentes, como por exemplo a bicicleta.</li>
</ul>
<h3>Iniciativas preparadas para celebrar este dia</h3>
<ul>
<li><a href="https://gulbenkian.pt/dia-da-terra/">Fundação Calouste Gulbenkian</a>;</li>
<li><a href="https://www.oceanoazulfoundation.org/pt-pt/earth-day-2022/">Fundação Oceano Azul</a>;</li>
<li><a href="https://www.agendalx.pt/events/event/dia-mundial-da-terra/">Câmara Municipal de Lisboa</a>;</li>
<li><a href="https://www.ua.pt/pt/fabrica/dia-da-terra-2022">Centro de Ciência Viva de Aveiro</a>;</li>
<li><a href="https://www.pavconhecimento.pt/iybssd/dia-da-terra.php">Pavilhão do Conhecimento</a>.</li>
</ul>
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		<item>
		<title>Porto Santo faz recolha de embalagens PET</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MGonzaga]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Apr 2022 10:10:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[EcoCidadania]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ilha de Porto Santo – a mais recente Reserva de Biosfera da UNESCO –, na Madeira, tem a primeira máquina para recolha de embalagens de plástico PET com um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="text">
<p>A ilha de Porto Santo – a mais recente Reserva de Biosfera da UNESCO –, na Madeira, tem a primeira máquina para recolha de embalagens de plástico <a href="https://www.infopedia.pt/dicionarios/lingua-portuguesa/PET">PET</a> com um sistema pioneiro, em que as recompensas são totalmente financiadas por estabelecimentos comerciais, sem incentivos do Estado.</p>
<p>Financiado pelo <a href="https://www.eeagrants.gov.pt/pt/programas/ambiente/">Programa Ambiente do Fundo EEA Grants</a>, o equipamento foi instalado na ilha ao abrigo do projeto ‘Porto Santo sem Lixo Marinho’, permite que os utilizadores recebam vales de desconto quando nela colocam embalagens PET, que poderão ser descontar nos estabelecimentos aderentes</p>
<p>No total são 37 entidades de comércio e restauração aderentes à iniciativa, que procura testar novos modelos de incentivo aos sistemas de tara recuperável, na tentativa de ultrapassar quebras na adesão verificadas em vários modelos nacionais, uma vez terminados os contratos de financiamento pelo Estado.</p>
<p>Para além da máquina para recolha de embalagens PET, várias ações de sensibilização da população do Porto Santo têm sido realizadas , tendo sido também definido um Plano de Gestão Comunitário, em curso até 2025 e que tem sido determinante na definição e no acompanhamento da gestão e redução do lixo marinho originado na ilha do Porto Santo.</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Sabe o que são PANC?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[EcosS]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Apr 2022 10:10:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[EcoCidadania]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Imagine todas as plantas comestíveis que existem. Dessas conhecemos, produzimos e comemos diariamente uma pequena parcela, as chamadas plantas alimentícias convencionais. As que não conhecemos, que não produzimos ou que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Imagine todas as plantas comestíveis que existem. Dessas conhecemos, produzimos e comemos diariamente uma pequena parcela, as chamadas plantas alimentícias convencionais. As que não conhecemos, que não produzimos ou que pouco consumimos são conhecidas como <strong>Plantas Alimentícias Não Convencionais</strong>, ou <strong>PANC</strong>. O que, por outras palavras, significa “todas as plantas que podíamos consumir, mas não consumimos”. No fundo as PANC são as plantas silvestres comestíveis. Como as beldroegas ou as urtigas usadas na gastronomia alentejana, por exemplo.</p>
<p>Apesar de pouco conhecidas, as PANC – termo criado pelo biólogo <a href="https://www.valdelykinupp.com.br/">Valdely Kinupp</a> – representam um mundo de sabores, propriedades e texturas por explorar. Em Portugal, a designação refere-se às plantas silvestres com valor medicinal e/ou comestíveis.</p>
<p>O termo <em>alimentícias</em> designa plantas usadas na alimentação, como verduras, hortaliça, fruta, frutos secos, cereais e até condimentos e corantes naturais. <em>Não Convencionais</em> são as que não produzimos ou comercializamos em grande escala, cujo cultivo e uso pode cair no esquecimento. Muitas plantas estão esquecidas e deixam de ser vistas como alimento, daí que voltar a consumi-las é uma forma de evitar que desapareçam da natureza e de valorizar as culturas alimentares em que estão presentes.</p>
<p>A natureza oferece-nos plantas comestíveis em abundância, estimando-se que haja 30.000 espécies com potencial alimentar, 12.500 estão catalogadas e dessas 7.000 foram usadas ao longa da história da evolução humana. Contudo, atualmente, 90% da alimentação mundial tem por base apenas 20 espécies.</p>
<p>Uma mesma planta pode ser considerada convencional numa região e não convencional noutra. Com o passar do tempo, dependendo de o seu uso ser resgatado e ou propagado, tal planta passará a ser convencional, sendo reconhecida, produzida, comercializada e fazendo parte do dia a dia de uma população. As folhas, os tubérculos e as raízes de algumas espécies não convencionais podem ser usadas como alternativa alimentar, promovendo o aproveitamento integral dos alimentos. Também são designadas PANC as partes comestíveis usualmente não consumidas de plantas convencionais, como as folhas e os talos da cenoura, beterraba, couve-flor e batata-doce, por exemplo.</p>
<p>As PANC podem ser plantas mais resistentes e adaptadas a lugares onde as convencionais não prosperam. Algumas são espontâneas outras são cultivadas, exigindo menor dedicação e tendo grande adaptabilidade aos diversos tipos de solo. Em geral, as PANC têm um alto valor nutricional, tendo algumas, inclusivamente, valor medicinal ou terapêutico e sendo usadas  como “mezinhas” de acordo com a tradição popular.</p>
<p>Muitas espécies de plantas são denominadas invasoras ou simplesmente ervas daninhas, sendo menosprezadas pela maioria da população desconhecedora do seu valor nutricional, ecológico e económico. Estas plantas podem facilmente ser encontradas na natureza, promovendo o retorno da biodiversidade ao consumo humano, pois, apesar de serem comuns, têm valores nutricionais pouco conhecidos por falta de conhecimento e de estudo.</p>
<p>No que diz respeito à história da alimentação humana, as plantas alimentícias não convencionais eram consumidas por gerações anteriores. A limitação a um pequeno número destas plantas na dieta contemporânea deve-se, essencialmente, ao afastamento da agricultura convencional. Embora não integrem a dieta de grande parte da população, as plantas são elementos primordiais em qualquer ecossistema e representam 80% da alimentação humana.  As centenas de espécies de plantas comestíveis pouco conhecidas têm elevado valor nutricional e propriedades únicas, mas só um número muito reduzido faz parte da dieta humana.</p>
<p>Recentemente os recursos alimentares silvestres têm atraído o interesse do consumidor pelo valor nutricional que lhes é reconhecido, pela importância que detêm na identidade gastronómica local, bem como pela necessidade de diversificar a alimentação, descobrindo alimentos com novas cores, paladares e texturas. Em relação aos alimentos e à sua disponibilização, a Humanidade depara-se agora com o desafio de alimentar milhões de pessoas, garantindo a sua segurança e soberania alimentar. Mas os alimentos continuam a ser produzidos em grandes quantidades, para manter a população mundial, sendo atualmente o problema a qualidade e não a quantidade e o acesso à alimentação.</p>
<p>O aumento drástico do preço dos alimentos, as catástrofes ambientais, a desigualdade na distribuição de rendimento, as crises económicas e políticas, o desperdício de alimentos em países desenvolvidos e a falta deles em países em desenvolvimento são fatores que têm contribuído para agravar a problemática. Segundo a <a href="https://www.fao.org/portugal/acerca-de/pt/">FAO</a>, até 2050 a população mundial será superior a 9,1 biliões de pessoas. Pelo que se espera que, até meados deste século, seja necessário aumentar em 70% a produção alimentar para dar resposta ao previsível aumento da procura. Este aumento da produção não garantirá a segurança alimentar se não houver outras soluções.</p>
<p>Segundo o relatório “<a href="https://www.wri.org/research/creating-sustainable-food-future">Creating a Sustainable Food Future</a>” (ver abaixo), com o aumento da população previsto para 2050, o risco de insegurança alimentar é alarmante. Por isso a solução não deve passar apenas pelo aumento da produção, mas pela redução dos impactos ambientais gerados pela agricultura industrial, intensiva, responsável por grande parte da emissão de gases com efeito de estufa, que tanto contribuem para as alterações climáticas.</p>
<p>Recorrer às plantas silvestres pode ser uma solução para o futuro e com futuro! O que lhe parece?</p>
<p>&nbsp;</p>

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		<title>Aprender a cozinhar é urgente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[EcosS]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Apr 2022 12:02:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[EcoCidadania]]></category>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os portugueses, por norma, “vivem” na cozinha, pois é na cozinha que se tomam as grandes decisões familiares e se partilham as refeições. As gerações mais antigas, isto é, das nossas avós e mães, ainda defendem que as mulheres devem saber cozinhar, valorizando o papel feminino neste espaço, embora, muitas vezes por razões que não são “politicamente” corretas.</p>
<p>Saber cozinhar é ótimo para todas as idades e sexos, pois não há nada melhor para a saúde que a comida caseira, saborosa e que nos aconchega a alma, promovendo uma certa felicidade individual quando se partilha com cuidado e amor.</p>
<p>Mesmo com a azafama do dia a dia, a ideia de planear as refeições da semana, preparar as refeições na hora ou para levar para o trabalho, embora cansativo, pode ser agradável, confortável, interessante e muito saudável. Lembre-se que a comida que faz bem à disposição e à pele não aparece em embalagens, repleta de conservantes e vazia em nutrientes.</p>
<p>Quando descascamos, misturamos e cozinhamos, sabemos o que estamos dar ao corpo. Ainda que lidemos com muitas outras questões inerentes aos produtos agroalimentares, como os químicos, pesticidas e afins, cozinhar ainda garante um cuidado mais genuíno com a própria saúde e menor dependência de um sistema que cria cada vez mais padrões de consumo inviáveis e insustentáveis do ponto de vista social, económico e ambiental.</p>
<p>Tudo isto é realmente transformador. Aprender a cozinhar e fazê-lo com os que amamos é uma experiência que nos muda. E como aprender a cozinhar?</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-3330 alignleft" src="https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/marshal-quast-v69MsNF7FAU-unsplash-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/marshal-quast-v69MsNF7FAU-unsplash-300x200.jpg 300w, https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/marshal-quast-v69MsNF7FAU-unsplash-1024x682.jpg 1024w, https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/marshal-quast-v69MsNF7FAU-unsplash-768x512.jpg 768w, https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/marshal-quast-v69MsNF7FAU-unsplash-1536x1024.jpg 1536w, https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/marshal-quast-v69MsNF7FAU-unsplash.jpg 2000w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /> Um programa de culinária na TV ou um canal do YouTube pode proporcionar-nos inspiração e criar vontade. Devemos, por isso, aproveitá-los para dar início a uma prática responsável pela melhoria da qualidade de vida.</p>
<p>Quando cuidamos do lado mais artesanal da vida, temos consciência do impacto real das nossas escolhas, pois não é possível continuar a ir a supermercados e mercados sem pensar na questão ambiental, no uso integral dos alimentos e na redução do lixo que todos os dias produzimos. Caso contrário, ainda que cozinhemos todos os dias, fá-lo-emos de forma mecânica, inconsciente e sem um propósito de transformação e criação de hábitos realmente saudáveis.</p>
<p>Encare a cozinha como uma escola para a reeducação do consumo e a compaixão quando opta, por exemplo, por alimentos de origem não animal. Afinal, já não se sabe a que práticas são submetidos os animais diariamente para satisfazer diversos paladares e padrões de consumo alimentar.</p>
<p>Compreender a preparação da comida caseira põe-nos diante do nosso potencial criativo e isso é muito motivador. Sem contar que cozinhar permite poupar, desperta-nos competências e refina o paladar e a sensação de estar a fazer uma boa alimentação. Além de que cozinhar também é lugar de memórias afetivas, o que é um ingrediente certeiro para o êxito de qualquer receita, mesmo que no início um ovo estrelado pareça um pneu queimado.</p>
<p>Ao procurar informações sobre <strong>reutilizar</strong>, <strong>reciclar</strong>, <strong>reduzir</strong> e <strong>repensar</strong> o consumo e mudar hábitos o ato cozinhar garante uma boa parte da mudança porque estes 4R começam na cozinha, principalmente quando tomar a decisão de aprender a cozinhar ou simplesmente cozinhar mais&#8230;</p>
<p>Então, já se decidiu? Vai aprender a cozinhar em 2022?</p>
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		<item>
		<title>Queremos batatas sujas!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[EcosS]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Apr 2022 09:22:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[EcoCidadania]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não há quem pense muito sobre batatas ainda por mais porque crescem no solo e haverá muitos que nem indo à “terra” – isto é, a região da naturalidade da [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[


<p>Não há quem pense muito sobre batatas ainda por mais porque crescem no solo e haverá muitos que nem indo à “terra” – isto é, a região da naturalidade da família –  na época da arranca da batata, esquecem por completo a origem deste tubérculo, cujas raízes apenas fixam o vegetal ao solo, absorvendo água e nutrientes sem os acumular.</p>
<h3><strong>Mas será que nunca se perguntou como aparecem as batatas absolutamente limpas, sem vestígios de terra, nas lojas e nos supermercados?</strong></h3>
<p>Até a década de 70, era comum vender-se batatas na sua forma mais natural, sem serem lavadas, tarefa que ficava para as donas de casa fazerem antes de as descascarem. Com o tempo, foi considerado mais higiénico e saudável apresentar o produto limpo e embalado.</p>
<p><strong><img decoding="async" class="size-medium wp-image-3308 alignleft" src="https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/como_armazenar_batatas-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/como_armazenar_batatas-300x200.jpg 300w, https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/como_armazenar_batatas.jpg 600w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />Mas qualquer pessoa do campo sabe que as batatas não lavadas permanecem frescas quase o dobro do tempo, em especial se guardadas no escuro! </strong></p>
<p>Quando a luz atinge a casca da batata, a clorofila acumula-se tornando-a verde e imprópria para consumo. Basta uma pequena quantidade de terra para retardar significativamente esse processo, aumentando a proteção natural contra as bactérias.</p>
<p>Também poderá ser um desperdício de água lavá-las antes do processo de embalamento, tendo em conta que a maioria das pessoas, vai passá-las por água outra vez, antes e depois de as descascar!</p>
<p>Veja algumas ideias que todos devemos ter presentes para melhor conservar as batatas depois de compradas:</p>
<p><strong>Ao comprar:</strong></p>
<ul>
<li>As batatas devem ser firmes de casca suave, sem manchas, rebentos e cortes.</li>
<li>Evite comprar batatas esverdeadas, sinal de que têm solanina, elemento responsável por conferir mau sabor e fazer mal a saúde, podendo causar diarreia e dores de cabeça.</li>
<li>Evite também comprar batatas em sacos, pois é impossível examinar o estado geral – alguns não têm aberturas que permitam a respiração e a saída da humidade prejudicando a conservação das batatas.</li>
<li>Evite comprar batatas previamente lavadas, pois a proteção natural pode ter sido afetada aumentando a possível proliferação de bactérias.</li>
</ul>
<p><strong>Ao armazenar:</strong></p>
<ul>
<li>Evite lavar as batatas antes de as guardar, para não lhe tirar a proteção natural contra bactérias;</li>
<li>Guarde-as em papel pardo (de pão), ou num saco de plástico com furos, ou rede;</li>
<li>Armazene-as num local fresco, escuro e seco.</li>
<li>Não guarde as batatas no frigorífico, para não ficarem muito doces;</li>
<li>Evite guardar as batatas com as cebolas, pois juntas produzem gases que afetam ambas;</li>
<li>Guarde as batatas por um período máximo de dois meses, na fase de amadurecimento. Se estiverem maduras, não as guarde mais de uma semana. Vá comprando à medida das necessidades;</li>
<li>Verifique-as ocasionalmente e elimine as que ficaram tornaram moles ou murchas e as que grelaram.</li>
</ul>
<p><strong>Ao cozinhar:</strong></p>
<ul>
<li>Coza as batatas com pele – ficam mais saborosas e nutritivas;</li>
<li>Junte batatas cruas cortadas a sopas ou cozinhados que tenham ficado demasiado salgados. As batatas vão absorver o excesso de sal durante a cozedura;</li>
<li>Se quiser acentuar  o sabor das batatas em saladas, tempere-as enquanto estiverem quentes.</li>
</ul>
<p>É altura de pensar como é possível fazer as coisas de modo diferente, não acha?</p>
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			</item>
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		<title>Reciclar máscaras descartáveis?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[EcosS]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Mar 2022 15:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[EcoCidadania]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As recomendações de uso de máscara foram aumentando e evoluindo com o vírus da Covid-19, e a última variante Ómicron aumentou a procura de máscaras cirúrgicas e N95. Estas máscaras [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As recomendações de uso de máscara foram aumentando e evoluindo com o vírus da Covid-19, e a última variante Ómicron aumentou a procura de máscaras cirúrgicas e N95. Estas máscaras descartáveis ​​salvam vidas, mas são feitas de microfibras plásticas e estão a agravar o problema mundial de poluição plástica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Um relatório recente estimou que 1,56 milhões de máscaras terminaram nos oceanos em 2020</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma equipa de investigadores do México e dos EUA encontrou uma maneira de transformar resíduos de máscaras descartáveis ​​em baterias que podem armazenar tanta energia quanto as baterias de iões de lítio, podendo também ter custos mais baixos e flexíveis.</p>
<p>O aumento de resíduos de plástico resultante da pandemia de Covid-19 disparou alarmes em todo o mundo. Em julho passado, as Nações Unidas estimaram que <em>cerca de 75% das máscaras usadas, bem como outros resíduos relacionados à pandemia, acabariam em aterros sanitários ou a flutuar nos mares.</em></p>
<p>Os cientistas têm procurado encontrar soluções criativas para resolver o problema e no ano passado, na Austrália, mostraram que máscaras descartáveis ​​poderiam ser reaproveitadas para fabricar materiais para rodovias.</p>
<p>Neste novo estudo, Jorge Oliva, do Instituto de Pesquisa Científica e Tecnologia de San Luis Potosí, e outros investigadores do mesmo instituto conceberam baterias feitas com resíduos de máscaras, embalagens de comprimidos e de outros medicamentos.</p>
<p>Desinfetando as máscaras por ultrassons e mergulhando-as em tinta feita de carbono grafeno – conhecido por ser um excelente condutor de corrente –, posteriormente comprimiram-nas e aqueceram-nas para fazer <em>pellets </em>que usaram para fazer os elétrodos da bateria. Para lhes melhorar a capacidade de retenção de carga revestiram-nos com óxido de cálcio-cobalto.</p>
<p>Sabendo que os elétrodos de uma bateria precisam de ser separados por um material isolante, também produziram essa camada com máscaras. Finalmente, embeberam o conjunto num eletrólito e envolveram o dispositivo numa caixa protetora feita de resíduos de <em>blister</em>, as embalagens plásticas dos medicamentos.</p>
<p>A bateria resultante tinha uma densidade de energia – que determina o tempo que a bateria alimenta um dispositivo – de 208 Wh por cada quilograma. Estes valores são comparáveis aos das baterias comerciais de iões de lítio, cujas densidades de energia que variam de 100 a 265 Wh/kg. Os dispositivos continuam a funcionar quando pressionados e podem ser finos e flexíveis. Além disso, o uso de resíduos reciclados deve proporcionar custos baixos.</p>
<p>Que tal esta bateria feita de lixo médico?</p>
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