Ser sustentável e ecológico é a moda a seguir
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22 de abril de 2022

“Investir no Planeta!” no dia mundial da Terra

“Investir no planeta” é o tema escolhido para as comemorações do ano 2022, que alerta para a importância de se mudar as estratégias políticas e empresariais, no sentido de se tomarem medidas que possam minimizar os problemas relacionados com o clima. A ONU refere em comunicado que “as alterações climáticas representam o maior desafio para o futuro da humanidade e para os sistemas de que depende a vida e que tornam o nosso planeta habitável”. Por isso esta data é importante para avaliarmos a nossa relação com o planeta e como podemos reduzir os impactos negativos que nele produzimos. Ori…

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O desafio é fazer com que os adultos mudem drasticamente o que comem

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Quando se fala de dieta tendemos a associar a emagrecimento, à ingestão de baixas quantidades de calorias e a uma seleção rigorosa de alimentos a consumir, em que não entram coisas como manteiga, massa, molhos ou batatas fritas. A Dieta Mediterrânea não é nada disso! É uma forma de vida, um lifes…

A consciencialização e a preocupação com as alterações climáticas aumentaram na última década

As alterações climáticas são uma preocupação só dos mais jovens?

Há quem acredite que as alterações climáticas são uma preocupação para as gerações mais novas e que há uma lacuna geracional na perceção da realidade e no acreditar na emergência que vivemos, entre os mais velhos e os jovens. Será mesmo assim? A consciencialização e a preocupação com as alterações climáticas aumentaram na última década, apesar de muitos defenderem que há uma lacuna entre gerações, sendo os jovens associados à ideia de estarem mais preocupados com as alterações climáticas do que os mais velhos.

A preocupação com o clima é crescente entre todas as faixas etárias, aumentando a esperança de que diferentes gerações possam trabalhar em conjunto para resolver a crise climática.

Os grupos mais velhos começaram por estar menos preocupados, mas na última década a preocupação com as alterações climáticas aumentou em todas as faixas etárias a uma taxa semelhante. A diferenciação entre gerações pode ser lógica na medida que os mais jovens viverão mais tempo sob o efeito das alterações climáticas, mas os responsáveis governamentais e das empresas, que têm mais a perder com a reforma do sistema económico atual, tendem a ser mais velhos, ou seja, a pertencerem a gerações anteriores, em que nunca se tinha colocado o problema. Num estudo recente foram analisados 10 anos de dados de uma investigação em curso sobre as atitudes sociais e as políticas na Nova Zelândia. Aos entrevistados no âmbito da pesquisa foi pedido que classificassem, numa escala de 7 pontos, a sua concordância ou discordância com duas afirmações: “as alterações climáticas são reais” e “as alterações climáticas são causadas pelos seres humanos”. Os investigadores reuniram mais de 56.000 participantes, nascidos entre 1936 e 1995 por faixas etárias de 5 anos. Posteriormente construíram três modelos da evolução da convicção de cada indivíduo/faixa etária e testaram qual das duas melhor se ajustava aos dados:
  • As convicções sobre as alterações climáticas diminuem à medida que as pessoas envelhecem;
  • Os padrões de convicção sobre as alterações climáticas diferem entre as diferentes faixas;
  • As convicções das diferentes faixas etárias variam no ponto de partida sobre as alterações climáticas, mas não na taxa de alteração ao longo do tempo.
Os dados são consistentes com a terceira possibilidade, isto é, tanto a aceitação da alteração climática quanto o acordo de que ela é causada pelo homem aumentaram em taxas semelhantes entre todas as faixas etárias de 2009 a 2018. No entanto, as faixas mais jovens começaram num nível mais alto de crença climática no início desse período. “A lacuna geracional relativamente às alterações climáticas está presente nos níveis básicos de convicção sobre alterações climáticas, mas a taxa de aumento ao nível de convicções sobre as alterações climáticas não difere entre os grupos etários”, segundo os investigadores.

“Quer as pessoas mais jovens quer as mais velhas estão a desenvolver as suas convicções sobre as alterações climáticas a uma taxa próxima.”

Não houve diferença de convicções climáticas por distinção de género, ao contrário de outros estudos que encontraram maior preocupação com questões climáticas e ambientais entre as mulheres. “As nossas descobertas fornecem uma qualificação mais subtil e necessária da chamada lacuna geracional da alterações climáticas”, refere o estudo publicado na Nature Communications. Estas descobertas são de facto boas notícias porque sugerem que as convicções sobre as alterações climáticas não são definitivas e que a cobertura média e a preocupação com as alterações climáticas, nos últimos anos, estão presentes em todas as faixas etárias. Além disso, a ação climática exigirá esforços conjuntos de todas as gerações e estes resultados sugerem que isso é possível! Nós dizemos mais… é absolutamente vital que assim seja. Concorda?
Conseguem viver nos mares mais profundos e nas montanhas mais geladas

Os invencíveis tardígrados vieram para ficar

Sea te hinc legimus omnesque, per et dicat scaevola omittantur, saepe possim quaestio sit cu! Ad bonorum singulis mea, at nihil ponderum conclusionemque.
Um projeto que dá trabalho e alimenta quem precisa

Os vegetais que ninguém quer

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A consciencialização e a preocupação com as alterações climáticas aumentaram na última década

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A produção “gaseificada” de tijolos

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Porto Santo faz recolha de embalagens PET

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Celebrating women in science – These passionate pioneers paved the way for female scientists

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À mesa com sustentabilidade 

Dieta Mediterrânica à portuguesa

Quando se fala de dieta tendemos a associar a emagrecimento, à ingestão de baixas quantidades de calorias e a uma seleção rigorosa de alimentos a consumir, em que não entram coisas como manteiga, massa, molhos ou batatas fritas. A Dieta Mediterrânea não é nada disso! É uma forma de vida, um lifestyle em harmonia com o corpo, com os nossos semelhantes, e, acima de tudo, numa boa relação com a natureza. Foi em 2010 que Food and Agriculture Organization (FAO), das Nações Unidas, apresentou o conceito de dietas sustentáveis e considerou a Dieta Mediterrânica “amiga do ambiente”, resiliente às alterações climáticas e um bom exemplo de dieta sustentável. No mesmo ano foi considerada, pela UNESCO, Património Imaterial da Humanidade enquanto estilo de vida, embora não exista uma única dieta mediterrânica, mas numerosas variações adaptadas à cultura dos países da bacia do Mediterrâneo.

Os portugueses estão sempre à mesa

Em Portugal, quando nos sentamos à mesa não o fazemos apenas para comer mas para comer juntos. Nesta atividade de sustento básico, mas muito social, temos particularidades interessantes que vale a pena sublinhar:
  • FRUGALIDADE E COZINHA SIMPLES com base em preparados que protegem os nutrientes, como as sopas, os cozidos, os ensopados e as caldeiradas;
  • ELEVADO CONSUMO DE PRODUTOS VEGETAIS, EM DETRIMENTO DO CONSUMO DE ALIMENTOS DE ORIGEM ANIMAL, especialmente produtos hortícolas, fruta, pão de qualidade e cereais pouco refinados, leguminosas secas e frescas, frutos secos e oleaginosas;
  • CONSUMO DE PRODUTOS VEGETAIS PRODUZIDOS LOCALMENTE, FRESCOS E DA ÉPOCA;
  • RECURSO AO AZEITE como principal fonte de gordura;
  • INGESTÃO MODERADA DE LATICÍNIOS;
  • UTILIZAÇÃO DE ERVAS AROMÁTICAS para temperar substituindo o sal;
  • CONSUMO FREQUENTE DE PESCADO e mais raro de carnes vermelhas;
  • BAIXO A MODERADO CONSUMO DE VINHO e só às refeições principais;
  • ÁGUA COMO PRINCIPAL BEBIDA ao longo do dia;
  • CONVÍVIO À VOLTA DA MESA.
Estas características promovem a sustentabilidade e têm um impacto ambiental reduzido, maioritariamente pelo maior consumo de produtos de origem vegetal, por comparação com padrões alimentares como a dieta ocidental. Embora haja uma aproximação à dieta de estilo ocidental, impulsionada pela globalização da produção e do consumo alimentar, com efeitos adversos de excesso de peso e obesidade, entre outros, por cá ainda mantemos boa parte da Dieta Mediterrânica, recorrendo essencialmente a alimentos de origem vegetal, azeite, quantidades moderadas de peixe, ovos e laticínios, consumindo vinho tinto às principais refeições. Descubra mais no site do Programa Nacional para a Alimentação Saudável (PNPAS) da DGS.  
A desigualdade das emissões globais Justiça Climática

Crise climática versus pobreza extrema

Melhorar os padrões de vida de mais de 1 bilião de pessoas, que atualmente vivem diariamente com menos de 1,90 dólares americanos ($US), causaria um aumento insignificante nas emissões globais de carbono, de acordo com um estudo recente elaborado pela Universidade de Groningen, na Holanda. Os resultados sublinham a importância das emissões de carbono extremamente desproporcionais das populações mais ricas do mundo e sugerem que pode não haver conflito entre dois dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU: erradicar a pobreza extrema e reduzir pela metade o número de pessoas que vivem abaixo das linhas nacionais de pobreza, por um lado, e combater as alterações climáticas, por outro. “Aliviar a pobreza globalmente não produz grandes aumentos nas emissões de carbono. Ou seja: podemos erradicar a pobreza e enfrentar a crise climática”, afirma Benedikt Bruckner, membro da equipa de investigação e estudante de pós-graduação da Universidade de Groningen, na Holanda. Estimativas anteriores sobre o efeito que o alívio da pobreza teria nas emissões globais de carbono foram bastante aproximadas. Neste estudo, Bruckner e seus colegas analisaram uma base de dados mais detalhada relativa ao consumo em 116 países, cobrindo 90% da população global. Estes dados dividem o que as pessoas gastam não em quartis ou decis, mas em 201 categorias diferentes. Com os novos dados, os investigadores calcularam as pegadas de carbono dos diferentes grupos de rendimento, em diferentes países, de uma forma muito mais detalhada do que era possível anteriormente. Por sua vez, isso permitiu determinar de forma mais precisa o efeito das emissões de trazer alguém que está abaixo da linha de pobreza para uma posição acima desse nível. Simultaneamente foram também analisadas várias linhas de pobreza globais e específicas de cada nação. Em resumo, o método considera a cadeia de produção global, para que as emissões sejam atribuídas aos consumidores dos bens e não às pessoas dos países onde os bens são produzidos. Tirar 1 bilião de pessoas da pobreza extrema aumentaria as emissões globais de carbono em 1,6%-2,1%, o que é manifestamente um valor baixo. “É surpreendente ver quão baixos são os custos de carbono associados à redução da pobreza”, afirmou Klaus Hubacek, cientista ambiental e professor da Universidade de Groningen. Atravessar limites mais altos de pobreza aumenta as emissões globais de carbono, mas não de forma acentuada. Por exemplo, erradicar a pobreza abaixo de 3,20 $US por dia aumenta as emissões globais de carbono em cerca de 5%; erradicar a pobreza abaixo de 5,50 $US por dia aumenta as emissões globais em 18%.
“O aumento nas emissões pode ser compensado pela melhoria na eficiência de produção, eficiência energética, mix de energia, etc.”
As descobertas lançam um alívio acentuado na desigualdade de carbono – a diferença entre as pegadas de carbono dos que vivem em países ricos em comparação com países com baixos rendimentos. “As emissões de 1% dos maiores consumidores ricos correspondem a cerca de 15% das emissões globais. Dez por cento dos maiores consumidores contribuem para cerca de metade das emissões globais.” Enquanto isso, mais de um sétimo da população global, em 2014, vivia diariamente com 1,90$US, contribuindo com cerca de 2% das emissões globais de carbono. Cerca de um quarto da população coberta pelo estudo vivia abaixo das linhas nacionais de pobreza. Tais populações contribuíram com cerca de 6% das emissões globais de carbono. A desigualdade de carbono “é visível à escala internacional, mas também ao nível nacional”, acrescenta Bruckner. “Nos EUA, o consumo de um cidadão dos 10% mais ricos emite cerca de 25 vezes mais CO2 que o de um cidadão dos 10% mais pobres.” Cruzar a linha da pobreza tem um impacto maior nas emissões num país rico do que num pobre, por isso é especialmente importante que os esforços de mitigação das alterações climáticas andem de mãos dadas com o erradicar da pobreza nos países ricos. As emissões de carbono não são o único problema. “Resolver um problema (como as alterações climáticas) pode criar problemas noutras áreas, como requisitos de terra e água para biomassa, energia ou mineração de cobalto e outros minerais e insumos* para tecnologias renováveis”, diz Hubacek. Os investigadores a desenvolver estudos sobre potenciais efeitos de extravasamento.  
*Insumo – termo utilizado em economia, que designa todas as despesas e investimentos que contribuem para a obtenção de determinado resultado, mercadoria ou produto até ao consumo final; designa um bem ou serviço utilizado na produção de um outro bem ou serviço.

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130-year-old construction site

Antoni Gaudí’s Sagrada Familia: Will the masterpiece of Catalan modernism soon be finished?

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Author Stephen Malone

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