<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo de GeoBiodiversidade - Ecossustentável Magazine</title>
	<atom:link href="https://e-magazine.online/category/geobiodiversidade/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://e-magazine.online/category/geobiodiversidade/</link>
	<description>Revista de estilos de vida ecossustentáveis e inteligentes</description>
	<lastBuildDate>Thu, 21 Apr 2022 16:53:14 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.5</generator>
	<item>
		<title>Rinoceronte-negro contraria a extinção</title>
		<link>https://e-magazine.online/rinoceronte-negro-contraria-a-extincao/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=rinoceronte-negro-contraria-a-extincao</link>
					<comments>https://e-magazine.online/rinoceronte-negro-contraria-a-extincao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[MGonzaga]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Apr 2022 10:10:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GeoBiodiversidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://e-magazine.online/?p=4440</guid>

					<description><![CDATA[<p>Um jardim zoológico checo assistiu ao nascimento de um bebé rinoceronte-negro oriental (Dicercs bicornis longipes) e decidiu batizá-lo como Kyiv, nome original da capital da Ucrânia, em homenagem à resistência [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://e-magazine.online/rinoceronte-negro-contraria-a-extincao/">Rinoceronte-negro contraria a extinção</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://e-magazine.online">Ecossustentável Magazine</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="news_capital_letter">U</span>m jardim zoológico checo assistiu ao nascimento de um bebé rinoceronte-negro oriental (<em>Dicercs bicornis longipes</em>) e decidiu batizá-lo como Kyiv, nome original da capital da Ucrânia, em homenagem à resistência daquele país à invasão das forças russas.</p>
<p>O pequeno macho nasceu no início de março no Dvur Kralove Zoo. Segundo o diretor daquele espaço, citado pela Associated Press, o &#8220;nome é uma forma de expressar apoio aos ucranianos”.</p>
<figure id="attachment_4448" aria-describedby="caption-attachment-4448" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-4448 size-medium" src="https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/04/rinoceronte-negro__nascido-na-Republica-Checa_02-300x169.jpg" alt="" width="300" height="169" srcset="https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/04/rinoceronte-negro__nascido-na-Republica-Checa_02-300x169.jpg 300w, https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/04/rinoceronte-negro__nascido-na-Republica-Checa_02-1024x576.jpg 1024w, https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/04/rinoceronte-negro__nascido-na-Republica-Checa_02-768x432.jpg 768w, https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/04/rinoceronte-negro__nascido-na-Republica-Checa_02-1536x864.jpg 1536w, https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/04/rinoceronte-negro__nascido-na-Republica-Checa_02.jpg 1920w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-4448" class="wp-caption-text"><em>Apesar do nome, apresenta uma coloração cinzento-acastanhada</em></figcaption></figure>
<p>A mãe de Kyiv, Eva, cuida da sua cria da melhor maneira possível, segundo informações do zoo, estando o bebé a ganhar um quilo por dia e pesando já cerca de 50 kg.</p>
<p>O Dvur Kralove Zoo tem 14 exemplares desta espécie, havendo apenas três outros rinocerontes deste tipo nascidos em jardins zoológicos em todo o mundo, durante 2021.</p>
<p>Segundo o site <a href="https://www.petermaas.nl/extinct/">The Sixth Extinction</a> esta espécie de rinoceronte – nativa do Leste, Sul e Centro da África, nomeadamente no Quénia, Tanzânia, Camarões, África do Sul, Namíbia, Zimbabwe e Angola –  não é avistada desde 2006. Pelos registos da <a href="https://www.iucn.org/">União Internacional para a Conservação da Natureza</a> a subespécie do rinoceronte-negro está classificada como extinta (na natureza) desde 2011.</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://e-magazine.online/rinoceronte-negro-contraria-a-extincao/">Rinoceronte-negro contraria a extinção</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://e-magazine.online">Ecossustentável Magazine</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://e-magazine.online/rinoceronte-negro-contraria-a-extincao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Os invencíveis tardígrados vieram para ficar</title>
		<link>https://e-magazine.online/os-invenciveis-tardigrados-vieram-para-ficar/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=os-invenciveis-tardigrados-vieram-para-ficar</link>
					<comments>https://e-magazine.online/os-invenciveis-tardigrados-vieram-para-ficar/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[EcosS]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jan 2022 14:13:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GeoBiodiversidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://e-magazine.online/?p=3273</guid>

					<description><![CDATA[<p>Sea te hinc legimus omnesque, per et dicat scaevola omittantur, saepe possim quaestio sit cu! Ad bonorum singulis mea, at nihil ponderum conclusionemque.</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://e-magazine.online/os-invenciveis-tardigrados-vieram-para-ficar/">Os invencíveis tardígrados vieram para ficar</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://e-magazine.online">Ecossustentável Magazine</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Aparentados com Artrópodes (insetos, crustáceos, aracnídeos, etc.) estes seres microscópicos (0,05 a 1,5 mm) constituem um filo independente com mais de 1.000 espécies conhecidas, e o número vai crescendo à medida que são, cada vez mais, investigados.</p>
<h3><strong>Algumas curiosidades sobre os ursos-de-água</strong></h3>
<p>Com origem referida no Pré-Câmbrico (há cerca de 600 milhões de anos), foram descobertos e estudados pela primeira vez em 1773 por um pároco alemão (J. Goeze), que lhe deu o nome fofinho de ursinhos-de-água.</p>
<p>Em 1776, inspirado na forma como estes animais se movimentam, o professor italiano de História Natural (Lazzaro Spallanzani) atribui-lhes o nome <strong>tardígrado </strong>(do latim <em>tardus</em> = lento + <em>gradus</em> = passo), sem nada a ver, portanto, com qualquer família do <em>Game of Thrones</em>.</p>
<p><img decoding="async" class="size-medium wp-image-3278 alignleft" src="https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/tardigrado1-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" srcset="https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/tardigrado1-300x168.jpg 300w, https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/tardigrado1.jpg 750w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />Podem encontrar-se em praticamente todo o mundo, inclusive onde as condições de vida são muito adversas – de regiões secas a florestas húmidas, montanhas altas e à Antártida. Colonizaram todos os tipos de ambientes e há formas marinhas, de água doce, semiaquáticas a terrestres.</p>
<p>Pensa-se que são animais eutélicos, isto é, que crescem sem que haja multiplicação do número de células, mas com o aumento do volume de cada uma delas; é como se engordassem sem olhar a meios.</p>
<p>Não têm aparelho respiratório nem sistema circulatório, mas umas células especiais – os glóbulos cavitares – que desempenham estas funções.</p>
<p>Por outro lado, possuem um aparelho digestivo completo com uma região bucofaríngea sugadora única, muitíssimo complexa e assustadora – basta imaginarmos o animal do tamanho de um melão!</p>
<p>A sua vida sexual é digna de uma novela, havendo gostos para tudo! A sério, a sua reprodução é fascinante pelo facto de haver formas dioicas – isto é, em que há sexos separados –, mas também  formas hermafroditas (estilo “faça o amor consigo”) – que se autofecundam – e formas partenogenéticas, que produzem ovos que não são fecundados (não há machos) e que originam novas fêmeas.</p>
<h3><strong>Mas de onde vem a graça dos tardígrados?</strong></h3>
<p>Negligenciados no passado por serem, aparentemente, animais destituídos de interesse económico, sendo, contudo, um grupo muito enigmático devido às suas particularidades fisiológicas, a investigação sobre a sua biologia atualmente está a seguir caminhos muito interessantes pelo facto de os tardígrados possuírem capacidades únicas, como os super-heróis. Por exemplo:</p>
<ul>
<li>–  Reparação do ADN, com elevado potencial de aplicação em investigação médica e biotecnológica (em questões de envelhecimento e oncologia);</li>
<li>– Num recente estudo (publicado na <em>Scientific Reports</em>), investigadores sublinham que os tardígrados estão preparados para sobreviver a qualquer desastre natural, literalmente, e, de entre os animais vivos, serão os últimos a perecer antes de o Sol aniquilar a Terra – daqui a biliões de anos! <img decoding="async" class="size-medium wp-image-3277 alignright" src="https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/tard-300x169.jpg" alt="" width="300" height="169" srcset="https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/tard-300x169.jpg 300w, https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/tard-1024x576.jpg 1024w, https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/tard-768x432.jpg 768w, https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/tard.jpg 1200w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></li>
<li>– De referir, ainda, a sua recente utilização pela Agência Espacial Europeia. No âmbito do projecto TARDIS (TARDigrades In Space) e TARSE (TArdigrade Resistance to Space Effects), os tardígrados participaram em várias missões, foram submetidos a experiências sobre a sobrevivência em condições extremas, em espaço aberto, tendo suportado o vácuo, raios cósmicos e radiações ultravioletas mil vezes superiores às da Terra!</li>
</ul>
<p>São fascinantes, não são? Partilhe esta informação que os ursos-de-água agradecem!</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://e-magazine.online/os-invenciveis-tardigrados-vieram-para-ficar/">Os invencíveis tardígrados vieram para ficar</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://e-magazine.online">Ecossustentável Magazine</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://e-magazine.online/os-invenciveis-tardigrados-vieram-para-ficar/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A floresta mágica</title>
		<link>https://e-magazine.online/a-floresta-magica/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=a-floresta-magica</link>
					<comments>https://e-magazine.online/a-floresta-magica/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[EcosS]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jan 2022 17:42:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GeoBiodiversidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://e-magazine.online/?p=168</guid>

					<description><![CDATA[<p>A ilha da Madeira com as suas paisagens de sonho, montanhas escarpadas, vulcões adormecidos, praias rochosas, boa comida e gente simpática é um paraíso e não estranhamos que seja apresentada [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://e-magazine.online/a-floresta-magica/">A floresta mágica</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://e-magazine.online">Ecossustentável Magazine</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[


<p>A ilha da Madeira com as suas paisagens de sonho, montanhas escarpadas, vulcões adormecidos, praias rochosas, boa comida e gente simpática é um paraíso e não estranhamos que seja apresentada como a “pérola do atlântico”!</p>



<p>Um dos tesouros mais especiais e únicos da Madeira é a floresta de Laurissilva, um verdadeiro bosque encantado, onde a qualquer momento esperamos encontrar elfos, fadas e até um ou outro <em>hobbit</em>!</p>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-1 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis: 100%;">
<section id="gm33b3357" class="wp-block-gutentor-m2 section-gm33b3357 gutentor-module gutentor-dynamic-columns">
<div class="grid-container">
<div class="grid-row">
<div id="col-gm06b4f2" class="wp-block-gutentor-m2-col col-gm06b4f2 gutentor-module gutentor-dynamic-single-column grid-lg-6 grid-md-4 grid-12">
<div id="section-gm06b4f2" class="section-gm06b4f2 gutentor-single-col">
<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1200" height="800" class="wp-image-3153" src="https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/fanal-forest-albert-dros-15.jpg" alt="" srcset="https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/fanal-forest-albert-dros-15.jpg 1200w, https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/fanal-forest-albert-dros-15-300x200.jpg 300w, https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/fanal-forest-albert-dros-15-1024x683.jpg 1024w, https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/fanal-forest-albert-dros-15-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></figure>
</div>
</div>



<div id="col-gm35a305" class="wp-block-gutentor-m2-col col-gm35a305 gutentor-module gutentor-dynamic-single-column grid-lg-6 grid-md-4 grid-12">
<div id="section-gm35a305" class="section-gm35a305 gutentor-single-col">
<p>Conhecida pela sua beleza e pela importância ecológica, localizada na parte ocidental da ilha, a Vereda do Fanal está classificada como Património Mundial Natural pela UNESCO, desde dezembro de 1999, integrando da Rede Europeia de Sítios de lmportância Comunitária – Rede Natura 2000.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</section>
</div>
</div>



<p>Acredite ou não, entre há 66 e 23 milhões de anos, grande parte do Sul da Europa era coberto por uma floresta com características subtropicais, húmida, cuja origem remonta ao Terciário, mas as últimas glaciações levaram ao seu desaparecimento no continente europeu.  Agora, este ecossistema só pode ser encontrado nos Açores, nas Canárias e na ilha da Madeira sendo neste caso o remanescente de um coberto florestal primitivo que resistiu a cinco séculos de intervenção humana.</p>



<p>A uma altitude que  ultrapassa os 1.400 m em alguns pontos, a Vereda do Fanal é uma zona atingida frequentemente por nevoeiros, que contribuem para que a paisagem ganhe um ar sombrio e encantador, ao mesmo tempo. A Laurissilva madeirense ocupa uma mancha de 15.000 hectares (representando 20% do total da ilha), é constituída maioritariamente por loureiro (<em>Laurus novocanariensis</em> e <em>Laurus azorica</em>), vinhático ou loureiro-real (<em>Persea indica</em>), til (<em>Ocotea foetens</em>), e barbusano (<em>Apollonias barbujana</em>), apresentando uma grande diversidade e desenvolvimento no que respeita a líquenes e briófitos.</p>



<p>A Vereda do Fanal  é especialmente notável pelos trilhos, que permitem aos visitantes ver de perto centenas de árvores repletas de história – algumas com 500 anos – ao longo de um percurso de 10,8 km ( cerca de 4 horas).</p>



<p>Graças às incríveis imagens do fotógrafo Albert Dros, (especialista em fotografia de paisagem), podemos explorar à distância esta floresta mágica, cuja beleza reside não só nos imponentes e centenários tis, mas também no convite silencioso ao relaxamento e à meditação.</p>



<div class="wp-block-cb-carousel" data-slick="{&quot;slidesToShow&quot;:3,&quot;slidesToScroll&quot;:1,&quot;speed&quot;:300,&quot;arrows&quot;:true,&quot;dots&quot;:true,&quot;autoplay&quot;:false,&quot;autoplaySpeed&quot;:3000,&quot;infinite&quot;:false,&quot;responsive&quot;:[{&quot;breakpoint&quot;:769,&quot;settings&quot;:{&quot;slidesToShow&quot;:1}}]}">
<div class="wp-block-cb-slide">
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>



<section id="section-7a20bea2-5d7c-4626-bfa5-15ff9ab7fd2a" class="wp-block-gutentor-image-slider gutentor-section gutentor-image-slider imageSlider-template1">
<div class="gutentor-grid-item-wrap">
<div class="gutentor-slider-wrapper" data-dots="false" data-arrows="true" data-infinite="false" data-nextarrow="fas fa-angle-right" data-prevarrow="fas fa-angle-left" data-autoplay="false" data-autoplayspeed="7000" data-fade="false" data-speed="900">
<div class="gutentor-slider-item">
<div class="gutentor-single-item gutentor-single-item-0">
<div class="gutentor-single-item-wrap">
<div class="gutentor-single-item-image-box">
<div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/fanal-forest-albert-dros-25.jpg" alt="" /></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="gutentor-slider-item">
<div class="gutentor-single-item gutentor-single-item-1">
<div class="gutentor-single-item-wrap">
<div class="gutentor-single-item-image-box">
<div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/fanal-forest-albert-dros-24.jpg" alt="" /></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="gutentor-slider-item">
<div class="gutentor-single-item gutentor-single-item-2">
<div class="gutentor-single-item-wrap">
<div class="gutentor-single-item-image-box">
<div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/fanal-forest-albert-dros-23.jpg" alt="" /></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="gutentor-slider-item">
<div class="gutentor-single-item gutentor-single-item-3">
<div class="gutentor-single-item-wrap">
<div class="gutentor-single-item-image-box">
<div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/fanal-forest-albert-dros-22.jpg" alt="" /></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="gutentor-slider-item">
<div class="gutentor-single-item gutentor-single-item-4">
<div class="gutentor-single-item-wrap">
<div class="gutentor-single-item-image-box">
<div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/fanal-forest-albert-dros-21.jpg" alt="" /></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="gutentor-slider-item">
<div class="gutentor-single-item gutentor-single-item-5">
<div class="gutentor-single-item-wrap">
<div class="gutentor-single-item-image-box">
<div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/fanal-forest-albert-dros-13-1.jpg" alt="" /></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="gutentor-slider-item">
<div class="gutentor-single-item gutentor-single-item-6">
<div class="gutentor-single-item-wrap">
<div class="gutentor-single-item-image-box">
<div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/fanal-forest-albert-dros-11.jpg" alt="" /></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="gutentor-slider-item">
<div class="gutentor-single-item gutentor-single-item-7">
<div class="gutentor-single-item-wrap">
<div class="gutentor-single-item-image-box">
<div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/fanal-forest-albert-dros-8.jpg" alt="" /></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="gutentor-slider-item">
<div class="gutentor-single-item gutentor-single-item-8">
<div class="gutentor-single-item-wrap">
<div class="gutentor-single-item-image-box">
<div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/fanal-forest-albert-dros-7.jpg" alt="" /></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="gutentor-slider-item">
<div class="gutentor-single-item gutentor-single-item-9">
<div class="gutentor-single-item-wrap">
<div class="gutentor-single-item-image-box">
<div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/fanal-forest-albert-dros-8.jpg" alt="" /></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="gutentor-slider-item">
<div class="gutentor-single-item gutentor-single-item-10">
<div class="gutentor-single-item-wrap">
<div class="gutentor-single-item-image-box">
<div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/fanal-forest-albert-dros-7.jpg" alt="" /></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="gutentor-slider-item">
<div class="gutentor-single-item gutentor-single-item-11">
<div class="gutentor-single-item-wrap">
<div class="gutentor-single-item-image-box">
<div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/fanal-forest-albert-dros-6.jpg" alt="" /></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="gutentor-slider-item">
<div class="gutentor-single-item gutentor-single-item-12">
<div class="gutentor-single-item-wrap">
<div class="gutentor-single-item-image-box">
<div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/fanal-forest-albert-dros-4.jpg" alt="" /></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="gutentor-slider-item">
<div class="gutentor-single-item gutentor-single-item-13">
<div class="gutentor-single-item-wrap">
<div class="gutentor-single-item-image-box">
<div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/fanal-forest-albert-dros-20.jpg" alt="" /></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="gutentor-slider-item">
<div class="gutentor-single-item gutentor-single-item-14">
<div class="gutentor-single-item-wrap">
<div class="gutentor-single-item-image-box">
<div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/fanal-forest-albert-dros-9.jpg" alt="" /></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="gutentor-slider-item">
<div class="gutentor-single-item gutentor-single-item-15">
<div class="gutentor-single-item-wrap">
<div class="gutentor-single-item-image-box">
<div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/fanal-forest-albert-dros-3.jpg" alt="" /></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="gutentor-slider-item">
<div class="gutentor-single-item gutentor-single-item-16">
<div class="gutentor-single-item-wrap">
<div class="gutentor-single-item-image-box">
<div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/fanal-forest-albert-dros-2.jpg" alt="" /></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="gutentor-slider-item">
<div class="gutentor-single-item gutentor-single-item-17">
<div class="gutentor-single-item-wrap">
<div class="gutentor-single-item-image-box">
<div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/fanal-forest-albert-dros-13.jpg" alt="" /></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="gutentor-slider-item">
<div class="gutentor-single-item gutentor-single-item-18">
<div class="gutentor-single-item-wrap">
<div class="gutentor-single-item-image-box">
<div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/fanal-forest-albert-dros-16.jpg" alt="" /></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="gutentor-slider-item">
<div class="gutentor-single-item gutentor-single-item-19">
<div class="gutentor-single-item-wrap">
<div class="gutentor-single-item-image-box">
<div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/fanal-forest-albert-dros-17.jpg" alt="" /></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="gutentor-slider-item">
<div class="gutentor-single-item gutentor-single-item-20">
<div class="gutentor-single-item-wrap">
<div class="gutentor-single-item-image-box">
<div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/fanal-forest-albert-dros-5.jpg" alt="" /></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="gutentor-slider-item">
<div class="gutentor-single-item gutentor-single-item-21">
<div class="gutentor-single-item-wrap">
<div class="gutentor-single-item-image-box">
<div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/fanal-forest-albert-dros-12.jpg" alt="" /></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="gutentor-slider-item">
<div class="gutentor-single-item gutentor-single-item-22">
<div class="gutentor-single-item-wrap">
<div class="gutentor-single-item-image-box">
<div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/fanal-forest-albert-dros-10.jpg" alt="" /></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="gutentor-slider-item">
<div class="gutentor-single-item gutentor-single-item-23">
<div class="gutentor-single-item-wrap">
<div class="gutentor-single-item-image-box">
<div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/fanal-forest-albert-dros-18.jpg" alt="" /></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="gutentor-slider-item">
<div class="gutentor-single-item gutentor-single-item-24">
<div class="gutentor-single-item-wrap">
<div class="gutentor-single-item-image-box">
<div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/fanal-forest-albert-dros-14.jpg" alt="" /></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="gutentor-slider-item">
<div class="gutentor-single-item gutentor-single-item-25">
<div class="gutentor-single-item-wrap">
<div class="gutentor-single-item-image-box">
<div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/fanal-forest-albert-dros-19.jpg" alt="" /></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</section>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://e-magazine.online/a-floresta-magica/">A floresta mágica</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://e-magazine.online">Ecossustentável Magazine</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://e-magazine.online/a-floresta-magica/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Coqui, coqui! O sapo da discórdia ou talvez não</title>
		<link>https://e-magazine.online/co-qui-co-qui-o-sapo-da-discordia-ou-talvez-nao/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=co-qui-co-qui-o-sapo-da-discordia-ou-talvez-nao</link>
					<comments>https://e-magazine.online/co-qui-co-qui-o-sapo-da-discordia-ou-talvez-nao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[EcosS]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jan 2022 17:41:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GeoBiodiversidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://e-magazine.online/?p=3224</guid>

					<description><![CDATA[<p>O coqui comum (Eleutherodactylus coqui) é o símbolo não oficial da ilha de Porto Rico e os ilhéus costumam dizer por graça: “Sou tão porto-riquenho quanto um coqui!” Há algumas [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://e-magazine.online/co-qui-co-qui-o-sapo-da-discordia-ou-talvez-nao/">Coqui, coqui! O sapo da discórdia ou talvez não</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://e-magazine.online">Ecossustentável Magazine</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O coqui comum (<em>Eleutherodactylus coqui</em>) é o símbolo não oficial da ilha de Porto Rico e os ilhéus costumam dizer por graça: “Sou tão porto-riquenho quanto um coqui!”</p>



<figure class="wp-block-audio"><audio src="https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/coqui.wav" controls="controls"></audio></figure>
<p>Do folclore à musica <em>pop</em>, este sapinho aparece, como grande embaixador, representado em material de <em>merchandising</em> de divulgação do país.</p>
<p><img decoding="async" class="normal-image alignnone" src="https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/mug_coqui-e1641392422576.png" />      <img decoding="async" class="normal-image alignnone" src="https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/taino-pride-e1641392726511.png" /></p>



<p>Há algumas décadas, quando as florestas naturais da ilha foram substituídas por plantações de açúcar e café, os naturalistas consideraram que o coqui corria sérios riscos de extinção. Agora o sapo está de volta, surgindo, não nas áreas ainda existentes da floresta nativa de onde era originário e de onde foi erradicado por uma doença fúngica, mas em áreas plantadas de novas florestas dominadas por árvores não endémicas, vindas do estrangeiro, como é o caso da tulipa-africana.</p>



<p>O sapo coqui reapareceu nestes ecossistemas compostos por novas combinações de espécies nativas e introduzidas, mas cujo sistema não depende de humanos para funcionar e crescer. E as opiniões dividem-se entre os ecologistas – é uma abominação ecológica condenada à autodestruição ou um modelo para proteger as espécies e reavivar a natureza?</p>





<section id="gm7f5d0ae" class="wp-block-gutentor-m2 section-gm7f5d0ae gutentor-module gutentor-dynamic-columns">
<div class="grid-container">
<div class="grid-row">
<div id="col-gmee06af" class="wp-block-gutentor-m2-col col-gmee06af gutentor-module gutentor-dynamic-single-column grid-lg-6 grid-md-4 grid-12">
<div id="section-gmee06af" class="section-gmee06af gutentor-single-col">


<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O coqui tem uma situação incomum: </strong><strong>está presente na lista vermelha de espécies ameaçadas</strong> <strong>e simultaneamente na lista das 100 espécies</strong> <strong>invasoras mais perigosas </strong> <strong>da <a href="https://www.iucnredlist.org/">IUCN</a></strong></p>
</div>
</div>



<div id="col-gm822f4f" class="wp-block-gutentor-m2-col col-gm822f4f gutentor-module gutentor-dynamic-single-column grid-lg-6 grid-md-4 grid-12">
<div id="section-gm822f4f" class="section-gm822f4f gutentor-single-col">
<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="925" height="520" class="wp-image-3229" src="https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/coqui_frog.png" alt="" srcset="https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/coqui_frog.png 925w, https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/coqui_frog-300x169.png 300w, https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/coqui_frog-768x432.png 768w" sizes="(max-width: 925px) 100vw, 925px" /></figure>
</div>
</div>
</div>
</div>
</section>



<h3>Porto Rico tem uma história singular</h3>
<p>Quando os colonos espanhóis lá chegaram, no fim do século XV, a ilha era escassamente povoada por um povo indígena, os Taino, e quase totalmente coberta por florestas, situação que mudou radicalmente devido ao cultivo de açúcar, nas terras baixas, e de café e tabaco nas montanhas. As plantações espalharam-se e cresceram ainda mais depois de os Estados Unidos tomarem o controlo da ilha, durante a Guerra Hispano-Americana de 1898.</p>



<p>Na década de 40 a produção de açúcar atingiu o pico e apenas 6% das florestas nativas permaneceram intactas. Sem as árvores, o ambiente da ilha alterou-se fortemente sofrendo erosão maciça dos solos e os rios ficaram congestionados por sedimentos, contribuindo para o caos ecológico com uma série de grandes furacões.  </p>



<p>O coqui e muitas outras espécies entraram na lista de espécies ameaçadas de extinção. A crescente população humana da ilha foi considerada como principal razão e,  temendo um apocalipse malthusiano na ilha, os médicos americanos iniciaram testes de contraceção oral esterilizando as mulheres da ilha. A população rural em busca de melhores condições de vida migrou para os Estados Unidos, e assistiu-se a um colapso agrícola em paralelo com um <em>boom</em> económico.</p>



<p>Entre 1959 e 1974, a terra dedicada à agricultura caiu pela metade, enquanto a cobertura florestal aumentou dez vezes, para 60% tendo sido, proporcionalmente, o maior evento de recuperação florestal em qualquer lugar do mundo durante a segunda metade do século XX.</p>



<h3 class="gutentor-image-thumb">A recuperação da biodiversidade</h3>
<p>Não foram as árvores nativas que reocuparam os antigos campos de açúcar, mas espécies introduzidas da ilha maioriamente importadas por europeus para a silvicultura e agricultura ou como plantas ornamentais de jardim – por exemplo, mangas e toranjas, abacates, macieiras e, a mais importante, a túlipa-africana (<em>Spathodea campanulata</em>) como árvore ornamental.</p>



<p>Aparentemente esta situação constitui um caso único, não constando dos livros didáticos de engenheiros florestais ou ecologistas. Os conservacionistas ficaram horrorizados, pois as esperanças de uma reflorestação natural foram frustradas. No entanto, a pesquisa mostrou que esta invasão de plantas não nativas não estava a prejudicar a reflorestação nativa mas a preparar o caminho para o seu retorno. As árvores invasoras repararam os solos e restauraram a biodiversidade, fornecendo lar para os pássaros, tanto nativos quanto estrangeiros, que posteriormente lançaram as sementes de plantas nativas. Com o tempo, muitas das árvores nativas mais preguiçosas juntaram-se aos invasores nas novas florestas, muitas vezes germinadas por insetos e pássaros não nativos.</p>









<p>As novas florestas de Porto Rico constituem um modelo para o futuro em muitos países tropicais quanto ao modelo de uso da terra, ciclo de desflorestação, degradação e abandono da terras. A árvore da tulipa-africana provou ser um colono vital, ocupando em particular planícies aluviais abandonadas, sendo agora a árvore mais comum da ilha e curiosamente é a casa do coqui!</p>





<p>As espécies nativas, incluindo répteis e pássaros, constituem 80% da vida animal nas florestas dominadas por tulipas. Das 60 espécies de aves nativas perderam-se sete durante o período de extenso desflorestação, mas as novas florestas devem evitar outros desaparecimentos. Às três espécies de tentilhões nativos juntaram-se mais 17 espécies exóticas de tentilhões, que em conjunto espalharam sementes nos novos habitats. Periquitos e papagaios de outras ilhas das Caraíbas como a arara-azul-e-dourada estão totalmente estabelecidos em Porto Rico, embora esta última esteja à beira da extinção no seu pais de origem, o Paraguai.</p>





<h3>A resistência dos ecologistas</h3>
<p>Os ecossistemas antigos não funcionarão nos novos tempos, com novos climas e novas paisagens. As florestas de Porto Rico são precursoras de como a natureza pode responder noutros lugares às condições ambientais com uma mudança rápida.</p>



<p>Parte dos conservacionistas e ecologistas oferecem resistência porque se recusam a reconhecer que estes novos ecossistemas híbridos são habitats desejáveis ​​para espécies nativas. E a classificação dada ao coqui mostra um pouco esta perspetiva, pouco dinâmica, de ver os “novos ambientes selvagens”. O sapo tem a distinção incomum de estar na Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza de espécies ameaçadas e na lista dessa organização, das 100 espécies invasoras mais perigosas. É considerada em risco porque – apesar da colonização generalizada de novas florestas em toda a ilha – o seu único habitat “nativo” é um pequeno fragmento da velha floresta porto-riquenha, onde um fungo a está a exterminar. E é considerada oficialmente uma praga, digna de erradicação, noutro lugar onde sua população está a crescer rapidamente – no Hawai, onde foi introduzida acidentalmente na década de 80.</p>



<div id="section-g89f25f" class="wp-block-gutentor-e6 section-g89f25f gutentor-element gutentor-element-image text-align-center-desktop">
<div class="gutentor-element-image-box">
<div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image" src="https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/coqui.jpg" /></div>
</div>
</div>



<p>Co qui co qui&#8230; um sapinho giro e pequenino a provocar o caos entre os ecologistas! Gostou? Então partilhe!</p>



<p class="has-small-font-size"><strong>Nota: </strong>A tulipa-africana, ou tulipeira, é uma árvore tropical ornamental de crescimento rápido e copa densa, com porte médio, podendo atingir 24 metros. Em África, local de origem, podem observar-se exemplares com 30 metros de altura. É indicada para espaços que requeiram árvores de rápido crescimento, como em locais com grande erosão, parques e jardins públicos,  mas pode tornar-se invasiva em determinadas situações.</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://e-magazine.online/co-qui-co-qui-o-sapo-da-discordia-ou-talvez-nao/">Coqui, coqui! O sapo da discórdia ou talvez não</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://e-magazine.online">Ecossustentável Magazine</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://e-magazine.online/co-qui-co-qui-o-sapo-da-discordia-ou-talvez-nao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		<enclosure url="https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/coqui.wav" length="104396" type="audio/wav" />

			</item>
		<item>
		<title>O que têm em comum os humanos, os leopardos-da-neve, as martas e os veados-de-cauda-branca?</title>
		<link>https://e-magazine.online/o-que-os-humanos-leopardos-da-neve-visons-e-veados-de-cauda-branca-tem-em-comum/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-que-os-humanos-leopardos-da-neve-visons-e-veados-de-cauda-branca-tem-em-comum</link>
					<comments>https://e-magazine.online/o-que-os-humanos-leopardos-da-neve-visons-e-veados-de-cauda-branca-tem-em-comum/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[EcosS]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jan 2022 16:57:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GeoBiodiversidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://e-magazine.online/?p=3255</guid>

					<description><![CDATA[<p>Foram descobertos recentemente potenciais alvos virais que abrangem 13 ordens biológicas – dos vulgares ratos domésticos aos gorilas. Mais de 500 espécies de mamíferos são candidatos de alto risco para [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://e-magazine.online/o-que-os-humanos-leopardos-da-neve-visons-e-veados-de-cauda-branca-tem-em-comum/">O que têm em comum os humanos, os leopardos-da-neve, as martas e os veados-de-cauda-branca?</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://e-magazine.online">Ecossustentável Magazine</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Foram descobertos recentemente potenciais alvos virais que abrangem 13 ordens biológicas – dos vulgares ratos domésticos aos gorilas.</p>
<p>Mais de 500 espécies de mamíferos são candidatos de alto risco para transportar o vírus SARS-CoV-2 que causa Covid-19, tendo em conta as características comuns às espécies vistas como porta de entrada de proteína para o vírus. À medida que os cientistas trabalham para reduzir os riscos do vírus – e das perigosas novas variantes virais – entre humanos e outros animais, estas descobertas podem ajudar a identificar, entre milhares de espécies, as que devem ser monitorizadas.</p>
<p>“Saber que mamíferos são capazes de nos reinfetar é vital para prevenir infeções e novas variantes perigosas”, afirma Ilya Fischhoff, investigadora de pós-doutoramento do Instituto Cary de Estudos de Ecossistemas (<a href="https://www.caryinstitute.org/">Cary Institute of Ecosystem Studies</a>).</p>
<p>Já foram identificadas várias espécies animais que podem passar o vírus e suspeita-se que a pandemia tenha começado dessa forma, embora não se saiba que espécies a transmitiram ao ser humano. Os <em>visons</em> (martas) foram infetados por pessoas e depois espalharam a doença novamente. No Centro-Oeste e na Costa Leste dos EUA, 40% dos <a href="https://www.pnas.org/content/118/47/e2114828118">veados-de-cauda-branca</a> testados recentemente tinham o vírus. Cada espécie infetada constitui um reservatório através do qual o vírus se pode espalhar e sofrer mutações. Como mostram as variantes delta e agora a ómicron, o apareciemnto de novas variantes do vírus podem dificultar os esforços para controlar uma doença que já matou mais de <a href="https://covid19.who.int/">5,6 milhões de pessoas</a>.</p>
<blockquote>
<p>&nbsp;</p>
</blockquote>
<p><img decoding="async" class="alignleft wp-image-3264 size-large" src="https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/mapa-pico-756x1024.jpg" alt="" width="756" height="1024" srcset="https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/mapa-pico-756x1024.jpg 756w, https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/mapa-pico-222x300.jpg 222w, https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/mapa-pico-768x1040.jpg 768w, https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/mapa-pico-1134x1536.jpg 1134w, https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/mapa-pico-1512x2048.jpg 1512w, https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/mapa-pico-scaled.jpg 1891w" sizes="(max-width: 756px) 100vw, 756px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Saber que animais são vulneráveis ​​ao vírus não é fácil e os esforços da pesquisa concentram-se no recetor da enzima conversora da angiotensina 2 (ACE2), uma proteína comummente encontrada na superfície das células dos mamíferos e a que o SARS-CoV-2 se liga. O recetor está comummente associado a funções básicas, como a regulação da pressão arterial, mas para o vírus serve de porta de entrada no interior da célula.</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote>
<p>“Saber que mamíferos são capazes de nos reinfetar é vital para prevenir infeções e novas variantes perigosas”</p>
<p>&nbsp;</p>
</blockquote>
<p>Para encontrar potenciais candidatos, os cientistas procuraram animais com um recetor ACE2 semelhante, com base nos blocos de construção do recetor de aminoácidos ou modelos tridimensionais de como um recetor específico irá interagir com a proteína <em>spike</em> do vírus. O problema é que a estrutura exata da ACE2 é conhecida apenas em cerca de 300 espécies&#8230;</p>
<p>Os cientistas do Cary Institute e da Universidade de Stanford, no Arizona, EUA, prosseguem o trabalho para detalhar a <a href="https://theconversation.com/what-is-the-ace2-receptor-how-is-it-connected-to-coronavirus-and-why-might-it-be-key-to-treating-covid-19-the-experts-explain-136928">ACE2</a> de cada espécie. Tratando-se de uma investigação lenta e demorada, já recolheram as sequências de aminoácidos de 326 espécies e conectaram-nas através de um <em>software</em> criado para simular como é que a proteína <em>spike</em> do vírus se ligaria à ACE2 – é mais ou menos como ver se uma chave funciona em determinada fechadura.</p>
<p>Para eliminar os animais cujos recetores ACE2 era improvável que tivessem uma ligação suficientemente forte, os investigadores estabeleceram um limite do nível de ligação entre o animal com a ligação mais fraca que demonstrou espalhar a doença (um gato doméstico)  e as espécies com a ligação mais forte que ainda não espalham a doença (o porco doméstico).</p>
<p>Posteriormente, usaram um software para pesquisar, em bases de dados com características biológicas básicas de 5.400 mamíferos, padrões de características que conectavam animais com sequências de ACE2 conhecidas e com alta probabilidade de infeção, a outras espécies menos estudadas.</p>
<p>“É provável que (o recetor) tenha evoluído em animais próximos por outras características ecológicas e de história de vida. Comparando as características biológicas de espécies conhecidas por terem o recetor ACE2 com características de outras espécies de mamíferos, podemos fazer previsões sobre a capacidade de transmitirem SARS-CoV-2 ”, concluiu Adrian Castellanos, do Instituto Cary.</p>
<p>A análise destacou 540 espécies como tendo alto risco de contágio, de acordo com resultados publicados em meados de novembro de 2021, no <a href="https://royalsocietypublishing.org/doi/10.1098/rspb.2021.1651"><em>Proceedings of the Royal Society B</em>.</a></p>
<p>Até agora os portadores de SARS-CoV-2 conhecidos são os ratos domésticos, os veados, guaxinins, martas e veados-de-cauda-branca. Mas também há algumas surpresas como a saola ou boi-de-Vu-Quang (bovinos nativos do Vietnam e do Laos), igualmente conhecido como unicórnio-asiático, uma criatura rara que vive na selva e que se assemelha a um pequeno antílope. Entre os tipos de animais mais representados estão os primatas, as preguiças e os tamanduás, os pangolins, as trepadeiras, os morcegos e animais de pasto. Algumas destas espécies vivem em contacto próximo com o ser humano, o que, potencialmente, aumenta o risco de uma infeção entre espécies.</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote>
<p>“O nosso modelo foi o único capaz de prever o risco em quase todas as espécies de mamíferos&#8221;</p>
</blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os resultados desta investigação não garantem que uma determinada espécie poderá vir a ser um problema. Por exemplo, os porcos tiveram uma classificação relativamente alta, mas não foram infetados com o vírus nas experiências feitas em laboratório. Contudo, estas descobertas podem ajudar a restringir a lista de prováveis suspeitos à medida que os investigadores procuram mais potenciais portadores do vírus.</p>
<p>“O nosso modelo foi o único capaz de prever o risco em quase todas as espécies de mamíferos (&#8230;) Cada vez que ouvimos falar de uma nova espécie considerada positiva para SARS-CoV-2, revemos a nossa lista e descobrimos que ela tem uma classificação elevada”, afirmou Barbara Han do Cary Institute.</p>
<p>&nbsp;</p>



<p class="has-small-font-size"><strong>Nota: </strong>Denominada enzima conversora da angiotensina 2 ou recetor ACE2, a proteína constitui o ponto de entrada para o coronavírus se conectar e infetar uma ampla gama de células humanas.</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://e-magazine.online/o-que-os-humanos-leopardos-da-neve-visons-e-veados-de-cauda-branca-tem-em-comum/">O que têm em comum os humanos, os leopardos-da-neve, as martas e os veados-de-cauda-branca?</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://e-magazine.online">Ecossustentável Magazine</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://e-magazine.online/o-que-os-humanos-leopardos-da-neve-visons-e-veados-de-cauda-branca-tem-em-comum/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Polpa das bagas de café acelera a regeneração da floresta tropical</title>
		<link>https://e-magazine.online/a-polpa-do-cafe-acelera-a-regeneracao-da-floresta-tropical/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=a-polpa-do-cafe-acelera-a-regeneracao-da-floresta-tropical</link>
					<comments>https://e-magazine.online/a-polpa-do-cafe-acelera-a-regeneracao-da-floresta-tropical/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[EcosS]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jan 2022 16:46:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GeoBiodiversidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://e-magazine.online/?p=3246</guid>

					<description><![CDATA[<p>No Sul da Costa Rica, investigadores verificaram que dois anos após terem despejado toneladas de polpa de bagas de café em terrenos agrícolas degradados, a recuperação do material florestal já [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://e-magazine.online/a-polpa-do-cafe-acelera-a-regeneracao-da-floresta-tropical/">Polpa das bagas de café acelera a regeneração da floresta tropical</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://e-magazine.online">Ecossustentável Magazine</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No Sul da Costa Rica, investigadores verificaram que dois anos após terem despejado toneladas de polpa de bagas de café em terrenos agrícolas degradados, a recuperação do material florestal já se revelava fantástica. A área onde tinha sido espalhada uma camada de polpa de bagas de café com 50 cm de espessura tivera um crescimento rápido da floresta, enquanto os terrenos de controlo continuavam cobertos de gramíneas não nativas.</p>
<p>Num esforço para recuperar paisagens degradadas pela agricultura e pela desflorestação, há países em todo o mundo que se comprometeram com a reflorestação milhões de hectares ao subscreverem o <a href="https://www.bonnchallenge.org/"><strong>Desafio de Bonn</strong></a>. Mas atingir a meta de 350 milhões de hectares até 2030 vai exigir planeamento estratégico e métodos eficientes.</p>
<p>Neste caso, as descobertas mostram que um dos métodos poderia envolver a transformação de resíduos alimentares em acelerador de reflorestação.</p>





<p>Trabalhos publicados em <a href="https://besjournals.onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/2688-8319.12054">Ecological Solutions and Evidence</a> mostraram que a polpa das bagas de café é rica em nutrientes, podendo contribuir para a regeneração da floresta, embora, por ser um produto local, seja vista como subproduto, frequentemente não.</p>
<p>No início de 2018, para testar o potencial de reflorestação com este método, a equipa de investigação cobriu uma área de 60 x 30 m (aproximadamente o tamanho de um rinque de hóquei no gelo) com o equivalente a 30 camiões de polpa de bagas de café não processada. Nos dois anos seguintes, mediram a composição do solo, a cobertura vegetal e o crescimento de árvores na área coberta bem como noutra adjacente sem aplicação da polpa.</p>
<p>As diferenças eram assinaláveis. Em comparação com os terrenos sem polpa, a área do estudo apresentava melhor qualidade do solo, com um aumento significativo na concentração de nutrientes como carbono, azoto e fósforo; maior diversidade de plantas e a cobertura florestal tinha atingido uma altura quatro vezes superior à área que serviu de controlo durante a experiência. As árvores e os arbustos que surgiram precocemente cresceram de 20 a 30 vezes mais em densidade e diâmetro de caule, respetivamente. Além disso, a cobertura de ervas foi quase eliminada após o tratamento com esta polpa, sendo as gramíneas invasoras das pastagens frequentemente uma barreira à recuperação florestal.</p>
<p>&nbsp;</p>







<div id="section-g25cef6" class="wp-block-gutentor-e6 section-g25cef6 gutentor-element gutentor-element-image">
<div class="gutentor-element-image-box">
<div class="gutentor-image-thumb"><img decoding="async" class="normal-image aligncenter" src="https://e-magazine.online/wp-content/uploads/2022/01/andres-hernandez-fF9LOC5sMOQ-unsplash.jpg" />
<p>Embora os resultados deste estudo tenham sido significativos, os autores reconhecem a necessidade de mais estudos deste género, quer para comprovar os seus resultados quer para testar outros tipos de resíduos agrícolas e em climas diferentes. Ao combinar estrategicamente as indústrias agrícolas com os esforços de reflorestação, os benefícios podem ser duplos uma vez que é comum antigas terras agrícolas estarem muito degradadas, e a regeneração florestal pode demorar décadas devido à má qualidade do solo.</p>
<p>Segundo Rebecca Cole, uma das autora do estudo, os resultados sugerem que há subprodutos agrícolas que podem ser aceleradores da recuperação florestal em terras degradadas. Estando a polpa das bagas de café um resíduo amplamente disponível em algumas regiões do globo e sendo rica em nutrientes, esta poderá ser uma estratégia de regeneração florestal rentável e determinante para atingir metas ambientais. A investigadora manifestou ainda o desejo de ver o conceito testado com outros desperdícios agrícolas, como casca de laranja.</p>
</div>
<p>“Esperamos que o nosso estudo seja um ponto de partida para outros investigadores, e indústrias, verem como poderão tornar a sua produção mais eficiente, integrando ao movimento global de regeneração”, concluiu Rebecca Cole.</p>
<p>“Em situações em que o processamento destes subprodutos implica um custo para as indústrias agrícolas, a sua utilização para regeneração, no sentido de cumprir objetivos globais de reflorestação, pode representar um cenário onde todos ganham”, estima Rebecca Cole.</p>
<p>&nbsp;</p>



<p class="has-small-font-size"><strong>Nota: </strong>Em 2011, o governo da Alemanha e a União Internacional para a Conservação da Natureza (<a href="https://www.iucn.org/">IUCN</a>) lançaram um desafio a todos os países do mundo, conhecido como Desafio de Bonn, que visa estimular o processo de recuperação em 150 milhões de hectares de floresta e paisagens naturais por todo o mundo até 2020 e 350 milhões de hectares até 2030.</p>
</div>
</div><p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://e-magazine.online/a-polpa-do-cafe-acelera-a-regeneracao-da-floresta-tropical/">Polpa das bagas de café acelera a regeneração da floresta tropical</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://e-magazine.online">Ecossustentável Magazine</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://e-magazine.online/a-polpa-do-cafe-acelera-a-regeneracao-da-floresta-tropical/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
