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	<title>Arquivo de Desenvolvimento Sustentável - Ecossustentável Magazine</title>
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	<description>Revista de estilos de vida ecossustentáveis e inteligentes</description>
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		<title>Dieta Mediterrânica à portuguesa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[EcosS]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Apr 2022 10:10:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando se fala de dieta tendemos a associar a emagrecimento, à ingestão de baixas quantidades de calorias e a uma seleção rigorosa de alimentos a consumir, em que não entram coisas como manteiga, massa, molhos ou batatas fritas. A Dieta Mediterrânea não é nada disso! É uma forma de vida, um <em>lifestyle</em> em harmonia com o corpo, com os nossos semelhantes, e, acima de tudo, numa boa relação com a natureza.</p>
<p>Foi em 2010 que Food and Agriculture Organization (<a href="https://www.fao.org/home/en/">FAO</a>), das Nações Unidas, apresentou o conceito de <strong>dietas sustentáveis</strong> e considerou a <strong>Dieta Mediterrânica</strong> “amiga do ambiente”, resiliente às alterações climáticas e um bom exemplo de dieta sustentável.</p>
<p>No mesmo ano foi considerada, pela UNESCO, Património Imaterial da Humanidade enquanto estilo de vida, embora não exista uma única dieta mediterrânica, mas numerosas variações adaptadas à cultura dos países da bacia do Mediterrâneo.</p>
<h3>Os portugueses estão sempre à mesa</h3>
<p>Em Portugal, quando nos sentamos à mesa não o fazemos apenas para comer mas para comer juntos. Nesta atividade de sustento básico, mas muito social, temos particularidades interessantes que vale a pena sublinhar:</p>
<ul>
<li>FRUGALIDADE E COZINHA SIMPLES com base em preparados que protegem os nutrientes, como as sopas, os cozidos, os ensopados e as caldeiradas;</li>
<li>ELEVADO CONSUMO DE PRODUTOS VEGETAIS, EM DETRIMENTO DO CONSUMO DE ALIMENTOS DE ORIGEM ANIMAL, especialmente produtos hortícolas, fruta, pão de qualidade e cereais pouco refinados, leguminosas secas e frescas, frutos secos e oleaginosas;</li>
<li>CONSUMO DE PRODUTOS VEGETAIS PRODUZIDOS LOCALMENTE, FRESCOS E DA ÉPOCA;</li>
<li>RECURSO AO AZEITE como principal fonte de gordura;</li>
<li>INGESTÃO MODERADA DE LATICÍNIOS;</li>
<li>UTILIZAÇÃO DE ERVAS AROMÁTICAS para temperar substituindo o sal;</li>
<li>CONSUMO FREQUENTE DE PESCADO e mais raro de carnes vermelhas;</li>
<li>BAIXO A MODERADO CONSUMO DE VINHO e só às refeições principais;</li>
<li>ÁGUA COMO PRINCIPAL BEBIDA ao longo do dia;</li>
<li>CONVÍVIO À VOLTA DA MESA.</li>
</ul>
<p>Estas características promovem a sustentabilidade e têm um impacto ambiental reduzido, maioritariamente pelo maior consumo de produtos de origem vegetal, por comparação com padrões alimentares como a dieta ocidental. Embora haja uma aproximação à dieta de estilo ocidental, impulsionada pela globalização da produção e do consumo alimentar, com efeitos adversos de excesso de peso e obesidade, entre outros, por cá ainda mantemos boa parte da <strong>Dieta Mediterrânica</strong>, recorrendo essencialmente a alimentos de origem vegetal, azeite, quantidades moderadas de peixe, ovos e laticínios, consumindo vinho tinto às principais refeições.</p>
<p>Descubra mais no <em>site</em> do<a href="https://alimentacaosaudavel.dgs.pt/"> Programa Nacional para a Alimentação Saudável</a> (PNPAS) da DGS.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><!-- /wp:file --></p>
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		<title>Crise climática versus pobreza extrema</title>
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		<dc:creator><![CDATA[EcosS]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Feb 2022 14:44:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Melhorar os padrões de vida de mais de 1 bilião de pessoas, que atualmente vivem diariamente com menos de 1,90 dólares americanos ($US), causaria um aumento insignificante nas emissões globais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Melhorar os padrões de vida de mais de 1 bilião de pessoas, que atualmente vivem diariamente com menos de 1,90 dólares americanos ($US), causaria um aumento insignificante nas emissões globais de carbono, de acordo com um estudo recente elaborado pela Universidade de Groningen, na Holanda.</p>
<p>Os resultados sublinham a importância das emissões de carbono extremamente desproporcionais das populações mais ricas do mundo e sugerem que pode não haver conflito entre dois dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU: erradicar a pobreza extrema e reduzir pela metade o número de pessoas que vivem abaixo das linhas nacionais de pobreza, por um lado, e combater as alterações climáticas, por outro.</p>
<p><strong>“Aliviar a pobreza globalmente não produz grandes aumentos nas emissões de carbono. Ou seja: podemos erradicar a pobreza e enfrentar a crise climática”</strong>, afirma <a href="https://www.eurekalert.org/multimedia/818239">Benedikt Bruckner</a>, membro da equipa de investigação e estudante de pós-graduação da Universidade de Groningen, na Holanda.</p>
<p>Estimativas anteriores sobre o efeito que o alívio da pobreza teria nas emissões globais de carbono foram bastante aproximadas. Neste estudo, Bruckner e seus colegas analisaram uma base de dados mais detalhada relativa ao consumo em 116 países, cobrindo 90% da população global.</p>
<p>Estes dados dividem o que as pessoas gastam não em quartis ou decis, mas em 201 categorias diferentes. Com os novos dados, os investigadores calcularam as pegadas de carbono dos diferentes grupos de rendimento, em diferentes países, de uma forma muito mais detalhada do que era possível anteriormente.</p>
<p>Por sua vez, isso permitiu determinar de forma mais precisa o efeito das emissões de trazer alguém que está abaixo da linha de pobreza para uma posição acima desse nível. Simultaneamente foram também analisadas várias linhas de pobreza globais e específicas de cada nação. Em resumo, o método considera a cadeia de produção global, para que as emissões sejam atribuídas aos consumidores dos bens e não às pessoas dos países onde os bens são produzidos.</p>
<p>Tirar 1 bilião de pessoas da pobreza extrema aumentaria as emissões globais de carbono em 1,6%-2,1%, o que é manifestamente um valor baixo. <strong>“É surpreendente ver quão baixos são os custos de carbono associados à redução da pobreza”</strong>, afirmou <a href="https://www.rug.nl/staff/k.hubacek/?lang=en">Klaus Hubacek</a>, cientista ambiental e professor da Universidade de Groningen.</p>
<p>Atravessar limites mais altos de pobreza aumenta as emissões globais de carbono, mas não de forma acentuada. Por exemplo, erradicar a pobreza abaixo de 3,20 $US por dia aumenta as emissões globais de carbono em cerca de 5%; erradicar a pobreza abaixo de 5,50 $US por dia aumenta as emissões globais em 18%.</p>
<blockquote><p><strong>“O aumento nas emissões pode ser compensado pela melhoria na eficiência de produção, eficiência energética, <em>mix</em> de energia, etc.”</strong></p></blockquote>
<p>As descobertas lançam um alívio acentuado na desigualdade de carbono – a diferença entre as pegadas de carbono dos que vivem em países ricos em comparação com países com baixos rendimentos. <strong>“As emissões de 1% dos maiores consumidores ricos correspondem a cerca de 15% das emissões globais. Dez por cento dos maiores consumidores contribuem para cerca de metade das emissões globais.”</strong></p>
<p>Enquanto isso, mais de um sétimo da população global, em 2014, vivia diariamente com 1,90$US, contribuindo com cerca de 2% das emissões globais de carbono. Cerca de um quarto da população coberta pelo estudo vivia abaixo das linhas nacionais de pobreza. Tais populações contribuíram com cerca de 6% das emissões globais de carbono. A desigualdade de carbono “é visível à escala internacional, mas também ao nível nacional”, acrescenta Bruckner. “Nos EUA, o consumo de um cidadão dos 10% mais ricos emite cerca de 25 vezes mais CO2 que o de um cidadão dos 10% mais pobres.”</p>
<p>Cruzar a linha da pobreza tem um impacto maior nas emissões num país rico do que num pobre, por isso é especialmente importante que os esforços de mitigação das alterações climáticas andem de mãos dadas com o erradicar da pobreza nos países ricos. As emissões de carbono não são o único problema. “Resolver um problema (como as alterações climáticas) pode criar problemas noutras áreas, como requisitos de terra e água para biomassa, energia ou mineração de cobalto e outros minerais e insumos* para tecnologias renováveis”, diz Hubacek. Os investigadores a desenvolver estudos sobre potenciais efeitos de <span class="dolAcepsSubacep"><span class="dolSubacepTraduz"><span class="dolTraduzTrad">extravasamento</span></span></span>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6>*Insumo – termo utilizado em economia, que designa todas as despesas e investimentos que contribuem para a obtenção de determinado resultado, mercadoria ou produto até ao consumo final; designa um bem ou serviço utilizado na produção de um outro bem ou serviço.</h6>
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